Bate o sono
Inquietude interna
Acordado em um universo paralelo
Olhos entre abertos
A mente se fecha pra fora
E se abre pra dentro
À medida que desse mundo
Me liberto
Segundo a segundo
Começo a sonhar
Uma realidade doce e cruel
Onde sei voar
Onde domino os céus
Onde mando e desmando
Onde posso me enganar
Meus desejos mais ocultos
Coisas que nem eu sei
Coisas que minha alma
Só agora veio me contar
Frustrações não há
Não ate que eu acorde
E aborte
E volte a viver
A cruel mais doce realidade
Onde não sei voar
Nem domino os céus
Onde não mando nem desmando
Ao menos só com palavras me engano
Ou deixo me enganar
Só eu sei como vivo
Como sou viciado em viver
E dessa droga de vida
Quero sempre mais
Quero sempre mais
Quero sempre paz
Dessa droga de vida
Que a cada dia me vicia
Mais e mais e mais
E se acordado ou sonhando
Se obedecendo ou mandando
Se caindo ou voando
Dessa droga de vida
Quero sempre mais
Quero sempre mais
Quero sempre paz
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