terça-feira, 29 de novembro de 2011

Nunca vi





Nunca vi pobre ser bonito

E rico ser feio

Nunca vi ninguém contar até o infinito

E email chegar pelo correio

Nunca vi mula sem cabeça

E mandioca nascer por cima da terra

Nunca vi missa de domingo na terça

E uma segunda que não fosse uma merda

Nunca vi beber com moderação

E avião subir e não descer

Nunca vi amar sem machucar o coração

E remédio que me faça te esquecer.

Nunca vi olhos mais lindos que os teus

E sorriso mais encantador

Nunca vi ateu que no apuro não chamasse Deus

E homem que não chore por amor

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